Psicopedagoga para TDAH, dislexia e autismo em Cachoeirinha

Crianças com TDAH, dislexia, autismo, discalculia ou disgrafia aprendem, só que de um jeito diferente. O acompanhamento psicopedagógico ajuda a descobrir esse jeito e leva as estratégias para casa e para a escola.

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Como o acompanhamento ajuda

TDAH

O trabalho foca em organização, atenção e rotina de estudo: dividir a tarefa em partes, planejar, conferir, lidar com a frustração. A família recebe orientações para a hora do tema, e a escola, sugestões de adaptação em sala.

Dislexia e dificuldades de leitura e escrita

Trabalho a consciência dos sons da língua, a relação entre letras e sons, a fluência e a compreensão do que se lê, com jogos e materiais concretos. Também oriento a escola sobre adaptações de prova e de material.

Autismo (TEA)

O acompanhamento olha para a aprendizagem escolar, a comunicação, a flexibilidade e a autonomia, respeitando os interesses da criança. Quando ela já é atendida por fonoaudióloga, terapeuta ocupacional ou psicóloga, trabalho em conjunto com a equipe.

Discalculia e disgrafia

Na matemática, partimos do concreto para construir o sentido de número e de quantidade. Na escrita, trabalhamos a coordenação, a organização no papel e a ortografia.

Preciso esperar o laudo?

Não. O diagnóstico de TDAH e de TEA é médico, mas a criança não precisa esperar por ele para receber ajuda na aprendizagem. Se ainda não houve consulta médica e eu perceber que ela é necessária, oriento a família sobre o encaminhamento.

Família e escola no mesmo time

As sessões duram cerca de 50 minutos e costumam acontecer uma ou duas vezes por semana. Os pais recebem orientações periódicas, e eu converso com a escola sempre que a família autoriza, porque a estratégia só funciona quando chega à sala de aula.

Perguntas e respostas

Meu filho precisa ter laudo para começar o acompanhamento?

Não. O acompanhamento pode começar a partir da avaliação psicopedagógica. O diagnóstico médico, quando necessário, é feito em paralelo.

Com que frequência são as sessões?

Cada sessão dura cerca de 50 minutos. A frequência depende da necessidade da criança e costuma ser de uma a duas vezes por semana.

Vocês conversam com a escola?

Sim, sempre com a autorização da família. A parceria com a professora é parte do trabalho.

Atende criança que já faz fono ou terapia ocupacional?

Sim. Nesses casos, trabalho em conjunto com os outros profissionais para que as estratégias conversem entre si.

Quer conversar sobre o seu filho? A primeira conversa é para entender o que está acontecendo e ver se posso ajudar.

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Av. Flores da Cunha, 1320, sala 301, Cachoeirinha/RS · Segunda a sexta, 7h às 19h · Sábados, 7h às 12h